Obra do arquiteto Peter Eisenmann.

O Memorial é composto por 2.711 lápides de vários tamanhos, num espaço de 19 mil metros quadrados, dimensões idênticas a um campo de futebol.
No centro deste espaço há um desnível mais acentuado e as lápidas assimétricas atingem cinco metros de altura, para que os visitantes tenham uma sensação de vazio e desorientação, segundo Peter Eisenmann.

«Queria fazer um monumento banal, anónimo, ou seja, integrado na vida quotidiana», explicou Eisenmann esta segunda-feira a jornalistas estrangeiros na capital alemã.
Esta «floresta de pedra» no centro de Berlim, como alguém já lhe chamou, em frente ao local onde estava a chancelaria do III Reich, sede do poder nazi, não tem porta de entrada, nem centro, nem fim, e os visitantes podem entrar por qualquer lado e escolher o seu próprio caminho.

Agentes de segurança vigiarão discretamente o perímetro do monumento, apoiados por patrulhas da polícia.
À noite, as lápides estarão iluminadas por fortes holofotes, para evitar qualquer tentativa de sabotagem ou de vandalismo semelhante às que têm ocorrido em numerosos locais de culto judaicos, não só na Alemanha, mas também noutros países.

As colunas cinzentas não têm quaisquer inscrições, mas o memorial é completado por um centro de informação subterrâneo, dividido em quatro salas, onde se relata o sofrimento dos judeus durante o Holocausto, e estão inscritos os nomes de 3,5 milhões de vítimas.
O Memorial do Holocausto foi construído na sequência de uma decisão tomada em 1999 pelo parlamento alemão, que após longo debate se pronunciou a favor do projecto assinado pelo arquitecto Peter Eisenmann e pelo escultor Richard Serra.

O Memorial custou 28 milhões de euros, suportados pelo Estado germânico, que cedeu também o terreno junto à Porta de Brandeburgo.

Agência Todd

O Memorial é composto por 2.711 lápides de vários tamanhos, num espaço de 19 mil metros quadrados, dimensões idênticas a um campo de futebol.
No centro deste espaço há um desnível mais acentuado e as lápidas assimétricas atingem cinco metros de altura, para que os visitantes tenham uma sensação de vazio e desorientação, segundo Peter Eisenmann.

«Queria fazer um monumento banal, anónimo, ou seja, integrado na vida quotidiana», explicou Eisenmann esta segunda-feira a jornalistas estrangeiros na capital alemã.
Esta «floresta de pedra» no centro de Berlim, como alguém já lhe chamou, em frente ao local onde estava a chancelaria do III Reich, sede do poder nazi, não tem porta de entrada, nem centro, nem fim, e os visitantes podem entrar por qualquer lado e escolher o seu próprio caminho.

Agentes de segurança vigiarão discretamente o perímetro do monumento, apoiados por patrulhas da polícia.
À noite, as lápides estarão iluminadas por fortes holofotes, para evitar qualquer tentativa de sabotagem ou de vandalismo semelhante às que têm ocorrido em numerosos locais de culto judaicos, não só na Alemanha, mas também noutros países.

As colunas cinzentas não têm quaisquer inscrições, mas o memorial é completado por um centro de informação subterrâneo, dividido em quatro salas, onde se relata o sofrimento dos judeus durante o Holocausto, e estão inscritos os nomes de 3,5 milhões de vítimas.
O Memorial do Holocausto foi construído na sequência de uma decisão tomada em 1999 pelo parlamento alemão, que após longo debate se pronunciou a favor do projecto assinado pelo arquitecto Peter Eisenmann e pelo escultor Richard Serra.

O Memorial custou 28 milhões de euros, suportados pelo Estado germânico, que cedeu também o terreno junto à Porta de Brandeburgo.

Agência Todd