Provavelmente pensaria que sua família e várias gerações de seus descendentes estariam muito ricos e nunca mais iriam pensar em trabalhar para ganhar dinheiro. No máximo se dedicariam a alguma atividade filantrópica por puro diletantismo.
Mas calma lá. Estou falando de dólares do Zimbabué. E lá essa quantia não precisa de nenhum comboio de carros-fortes para ser transportada, pois pode ser guardada dentro da carteira de dinheiro, uma vez que é o papel-moeda de maior valor em circulação naquela república sul-africana desde janeiro de 2009.

Apesar de conter tantos zeros, seu poder de compra equivale a meros US$ 300 e é resultado de uma inflação oficial que atingiu em julho de 2008 a cifra de 231 milhões por cento, embora agências independentes estrangeiras estimem que esse percentual seja muito maior.

Apesar dos esforços do governo, o dólar do Zimbabué está a beira da extinção, em contínua queda livre e descontrolada, forçando os comerciantes a atrelar seus preços a moedas internacionais, como precaução contra perdas e sob a alegação de que muitos dos produtos comercializados são importados de outros países.
Possivelmente o menino da foto abaixo, morador da cidade de Harare está indo comprar pão e leite para o café da manhã:

Até mesmo os feirantes que comercializam produtos hortigranjeiros locais, dão preferência ao dólar americano, ao rand sul-africano ou ao pula de Botzuana, e a maior parte de funcionários agora exigem os seus salários em moeda estrangeira. Médicos e enfermeiras estiveram em greve durante os últimos meses de 2008, exigindo salários em dólares dos EUA. A greve coincidiu com uma epidemia de cólera que ceifou mais de 2.000 vidas.
Adaptado de: http://edition.cnn.com/2009/WORLD/africa/0...ency/index.html
Mas calma lá. Estou falando de dólares do Zimbabué. E lá essa quantia não precisa de nenhum comboio de carros-fortes para ser transportada, pois pode ser guardada dentro da carteira de dinheiro, uma vez que é o papel-moeda de maior valor em circulação naquela república sul-africana desde janeiro de 2009.

Apesar de conter tantos zeros, seu poder de compra equivale a meros US$ 300 e é resultado de uma inflação oficial que atingiu em julho de 2008 a cifra de 231 milhões por cento, embora agências independentes estrangeiras estimem que esse percentual seja muito maior.

Apesar dos esforços do governo, o dólar do Zimbabué está a beira da extinção, em contínua queda livre e descontrolada, forçando os comerciantes a atrelar seus preços a moedas internacionais, como precaução contra perdas e sob a alegação de que muitos dos produtos comercializados são importados de outros países.
Possivelmente o menino da foto abaixo, morador da cidade de Harare está indo comprar pão e leite para o café da manhã:

Até mesmo os feirantes que comercializam produtos hortigranjeiros locais, dão preferência ao dólar americano, ao rand sul-africano ou ao pula de Botzuana, e a maior parte de funcionários agora exigem os seus salários em moeda estrangeira. Médicos e enfermeiras estiveram em greve durante os últimos meses de 2008, exigindo salários em dólares dos EUA. A greve coincidiu com uma epidemia de cólera que ceifou mais de 2.000 vidas.
Adaptado de: http://edition.cnn.com/2009/WORLD/africa/0...ency/index.html
