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Versão Completa: Gripe A – Injustiça Aos Porcos
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ZOBA!
Começa hoje a campanha de vacinação contra a gripe A em todo o país, praticamente um ano após a histeria coletiva que se criou através dos meios de comunicação diante do medo de uma pandemia mundial, mas ainda existem poucas conclusões a respeito do verdadeiro grau de periculosidade do virus influenza AH1N1 nos humanos.

O que chama atenção é que boa parte da imprensa, incluindo os mais conhecidos meios de comunicação, insiste em utilizar ainda hoje o termo “gripe suína” em suas manchetes, mesmo depois da OMS (Organização Mundial da Saúde) ter reconhecido, logo após o início do episódio, que cometeu um grave erro ao dar este nome a doença, já que nenhum porco contaminado pelo vírus jamais foi localizado. Mas já era tarde, a imprensa achou o nome suficientemente impactante para figurar em suas manchetes, e não largou mais.


Há muita gente que pensa que os meios de comunicação possuem em suas redações somente jornalistas éticos e responsáveis, incapazes de cometer erros propositais ou agir de má fé ao redigir uma notícia. Mas se isso fosse verdade, a cadeia produtiva de suinocultura nacional não precisaria mais assistir incrédula parte do seu trabalho realizado nos últimos 20 anos ser jogado fora.

Com um plantel de cerca de 40 milhões de cabeças, o Brasil é atualmente o quarto maior exportador mundial de carne suína. Mais de 200 mil trabalhadores diretos trabalham pela consolidação deste mercado, muitos voltados para o melhoramento nas áreas de genética, nutrição, manejo e sanidade animal. E cada vez que se usa o termo “gripe suína”, imagine quantas pessoas, mesmo que inconscientemente, passam a associar a carne suína como algo não saudável, e é claro, deixam de consumí-la.

Então, vai um apelo aos redatores e chefes de redação, que assumam com responsabilidade a missão de informar de maneira correta, já que começa hoje uma campanha nacional de vacinação contra o vírus A, ou AH1N1, ou então contra a “Nova Gripe”, como citou William Bonner, com muita responsabilidade, na última edição do Jornal Nacional.

http://www.zoba.com.br
Pinatubo
Talvez tão séria também tenha sido a dúvida levantada recentemente pela mídia, entre outros, na matéria publicada no site "Infinite Unknow" em seu artigo de 15/01/10, intitulado "Autoridades européias de saúde: Falso alerta de H1N1 pandêmico, investigação para expor a verdade" ( European health officials: ‘H1N1 pandemic false alarm, inquiry to expose the truth ) http://www.infiniteunknown.net/2010/01/15/...pose-the-truth/ , onde é noticiado que funcionários de organizações de saúde européias iniciaram uma investigação para determinar se a gravidade da epidemia da gripe H1N1 foi precipitada e exagerada, quando classificada como pandemia pela Organização Mundial de Saúde (WHO). Eles suspeitam que as multinacionais farmacêuticas tenham pressionado a OMS para declará-la como pandêmica, o que pelos relatórios comparativos entre o número previsto de vítimas e o real, mostrou que era epidêmica. Ainda de acordo com o artigo a classificação exagerada permitiu a obtenção de enormes lucros pelos laboratórios farmacêuticos, embora o vírus não fosse comprovadamente mais perigoso e mortal do que qualquer outro encontrado em epidemias de gripes sazonais anteriores.

O pânico infundado e abalizado pela OMS, dirigida pela Dra. Margaret Chan, responsável em 2003 pela contenção da epidemia de Síndrome Respiratória Aguda Severa (SARS) na Ásia, gerou um início de caos mundial, afetando o comércio e o turismo de diversos países. É provável que hoje em dia, após a análise do número real de vítimas a nível mundial, a confiança naquele órgão e na imagem de sua diretora tenham sido afetadas.

Isto lembra outro fato recente acerca do escândalo provocado pela divulgação de e-mails hackeados da Unidade de Pesquisas Climáticas (CRU) da Universidade de East Anglia (UEA), quando mensagens trocadas entre eminentes pesquisadores daquela universidade e seus colegas do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) da ONU sobre o famigerado Aquecimento Global, em um episódio que já está sendo conhecido como "climategate", vieram a tona e foram confirmadas como autênticas por vários dos remetentes e que revelam que alguns cientistas envolvidos demonstram dúvidas em relação a rapidez com que a temperatura da Terra está aumentando, questionando o trabalho de outros pesquisadores e a recusa deles em compartilhar seus dados com o público.

Após a divulgação do conteúdo desses e-mails, o próprio IPCC reconheceu que houve manipulação intencional de dados. Isso sem duvida tem abalado bastante a opinião pública mundial, reforçando as opiniões de outro grupo de pesquisadores que sempre se mostraram céticos em relação a seriedade e correção dos "estudos científicos" tão divulgados e alardeados pela mídia mundial, desinformada e sensacionalista.

O artigo publicado hoje, 10/03/10, pelo jornal "Usa Today", intitulado "Dúvidas Sobre Pesquisa Reduz Esforços A Respeito Da Mudança Climática" (Questions About Research Slow Climate Change Efforts) http://www.usatoday.com/weather/climate/gl...ng_N.htm?csp=hf , põe em cheque a imparcialidade e seriedade do pesquisador Michael Mann da Universidade Estadual da Pennsylvania, o qual reconhece que houve alguns erros "menores" na interpretação de dados utilizados em seus estudos.

Afinal quais serão os interesses e quem serão os interessados que estão por trás dessas teorias catastróficas?

Será que é para disseminar o medo por toda a humanidade e dessa forma torná-la mais dócil e cumpridora das vontades dos governantes?
scorpio1
ola tudo bem ....
e mais k ovio k ha mt gente a lucrar com as epedemias .... a industria farmaceutica tem exagerado bastante , e com isso intimida as pessoas ....
e elas com medo compram medicamentos a forca toda....

depois surgem noticias ...

industria farmaceutica ganha milhoes a custa de supostas epidemias "gigantescas".............

tretas.........
Fonoaudialogando
Em salvador a data para as vacinas são entre o dia 5 e 23 de Abril para pessoas de 20 a 29 anos...
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